As dores e sofrimentos, em geral, físicos e morais, são como uma lixa grossa, que vai aparando as arestas e dando polimento ao corpo das almas. Por mais duras e rudes que estas sejam, a lixa vai fazendo seu trabalho infatigavelmente, erodindo, polindo, lustrando com o auxílio poderoso do tempo, até que o corpo áspero fique liso, uniforme, perfeito, belo de ver, e através do qual o espírito possa então, refletir-se para fora como uma chama viva, que finalmente se liberta das sombras opressivas do mundo material onde fazia desde um tempo que não se pode medir.
sexta-feira, 1 de maio de 2009
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